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Semanário Pampulha entrevista Cesar Ojeda

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Semanário Pampulha - Publicado em 13/02/14 - 15h41

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Cesar Ojeda e OambatiFoi também já crescido que o empresário carioca César Ojeda, 48, viu seus laços com o boneco sorridente se aprofundarem. Ele é da primeira geração que cresceu com o Playmobil, aquela que viu o brinquedo chegar ao país, no fim dos anos 1970, logo após seu lançamento na Alemanha. Mas as caixas com os cenários de Velho Oeste, de mocinho e bandido, estavam há décadas guardadas na casa dos país de César até que elas foram “resgatadas”, em 2007, para compor um ensaio fotográfico que sua esposa, Cláudia, precisava fazer para concluir um curso de fotografia. “Voltei 20, 30 anos na memória. Ele é uma lembrança dos melhores momentos da minha vida. É uma relação histórica e afetiva. Aí não teve jeito. Senti aquele cheirinho de plástico outra vez e a coisa acendeu”, relembra.
 
A repercussão do trabalho, que foi compartilhado na internet, colocou o empresário em contato com demais fãs e colecionadores do brinquedo e ele decidiu criar um ponto de encontro virtual para reunir os admiradores de Playmobil. Nascia então o fórum PlayBrasilMobil, que soma hoje cinco anos de atividades e quase mil colecionadores de todo o Brasil, entre 20 e 50 anos, aproximadamente. É um espaço para garimpar e trocar novidades, e também para transmitir entre gerações o interesse pelo brinquedo. “A gente faz muitas atividades que envolvem as famílias e a criançada acaba tomando gosto pelo Playmobil. Essa memória afetiva acaba sendo passada de pai pra filho”, afirma César. Para comemorar os 40 anos do brinquedo, ele planeja duas exposições, uma no Rio e outra em São Paulo, ambas previstas para acontecerem no segundo semestre.
 
Auto-denominando-se mais um fã que um colecionador, César diz não saber dimensionar a quantidade de itens Playmobil que possui. A predileção é por itens de cenário, como castelos, casas e vegetações, o suficiente para tirar proveito daquilo que a criação alemã tem de melhor, na visão do empresário. “Não é como um jogo eletrônico em que você acaba sendo frustrado por uma fase que não é superada. Ele é um brinquedo lúdico, você faz o timing da brincadeira. Você cria a sua narrativa e vai pra onde você quer e não pra onde foi programado pra ir”, teoriza.

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Veja a matéria completa no Semanário Pampulha.